Sobre

Sou Eduardo Kohn, graduando em Ciência da Computação com foco crescente em fundamentos matemáticos da computação e Cybersecurity. Meu interesse está menos em entregar features e mais em entender por que as coisas funcionam — da álgebra linear por trás de um modelo à criptografia que sustenta um protocolo.

Dentro de Cybersecurity, a área que mais me motiva — e que pretendo começar a estudar em breve — é Cyber-Physical Systems (CPS): a interseção entre computação, redes e processos físicos que sustenta infraestrutura crítica como redes de energia, sistemas de controle industrial, dispositivos médicos, IoT e veículos autônomos. Quando uma vulnerabilidade atravessa a fronteira do digital e afeta o mundo físico, as consequências deixam de ser abstratas — e é exatamente essa responsabilidade técnica que me atrai.

Sou também contribuidor ativo do framework Phoenix (Elixir), onde aprendi na prática o que significa projetar sistemas concorrentes, tolerantes a falhas e construídos sobre uma base teórica séria (OTP, árvore de supervisão, message passing). Trabalhar em um projeto open source dessa escala tem sido minha principal escola de engenharia de software.

Este blog é onde penso em público. Artigos são peças mais longas escritas com rigor científico — abstract, citações, teoremas, provas. Posts são notas curtas que compartilham uma ideia antes que ela esteja completa o suficiente para ser formalizada.

Profissionalmente, atuo com frontend desde 2016 (React, React Native, TypeScript, Design Systems) e como fullstack desde 2021, somando backend em Java/Spring Boot, PostgreSQL, Docker/Kubernetes, Keycloak e testes automatizados. Essa base me dá um chão técnico sólido para explorar problemas mais profundos e teóricos daqui pra frente.

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